MACROECONOMICS AN INTRODUCTION TO ADVANCED METHODS WILLIAM SCARTH PDF

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Author:Faushakar Mauramar
Country:Chad
Language:English (Spanish)
Genre:Spiritual
Published (Last):26 July 2015
Pages:25
PDF File Size:2.53 Mb
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ISBN:920-8-21895-933-8
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Nos dois captulos anteriores, foi considerado igual a zero e, portanto, ignorado expectativas estticas ; agora, usado para definir a taxa de juros real, i , na funo investimento. Note que aqui a taxa que os agentes esperam para a inflao corrente.

No Captulo 1, em nossa teoria da curva de Phillips aumentada pelas expectativas sugerimos que esta deveria incorporar a taxa de inflao esperada de equilbrio, no a taxa de inflao esperada corrente. Todavia, utilizamos aqui a ltima interpretao de , que foi a prtica comum at A equao 4.

Considere primeiro apenas as equaes 4. O P exgeno no curto prazo e, por isso, o modelo bastante keynesiano com uma curva de oferta agregada horizontal. O Y interpretado como demanda e oferta ao mesmo tempo e Y o nvel de produto sustentvel no longo prazo taxa natural. Contratos salariais fixam o nvel de salrio monetrio e, portanto, o preo, em dado ponto do tempo como explicado na seo 1. Estes contratos do aos empregadores a liberdade de contratar qualquer que seja a quantidade de mo-de-obra que desejam.

Quando esta quantidade ocorre em um ponto fora da curva de oferta de mo-de-obra agregada, salrios e preos se ajustam ao longo do tempo. O longo prazo ocorre quando inflao esperada e corrente so iguais. Figura 4. Antes de examin-la explicitamente, consideremos a distino entre taxas de juros real e nominal e os efeitos de aumentos exgenos das expectativas. O investimento depende da taxa de juros real, mas as curvas IS e LM so geralmente desenhadas com a taxa de juros nominal em um dos eixos.

Assim, deslocamos a curva IS sempre que se altera. Da equao 4. A Figura 4. A IS 1 aumenta para 0. Porque a demanda agregada dada pela interseo entre a IS e a LM, este modelo supe que o produto determinado inteiramente pela demanda em determinado ponto do tempo.

Comparando os pontos A e B vemos que a taxa de juros nominal sobe, mas no pelo montante total do aumento das expectativas inflacionrias. A taxa de juros real cai, como mostrado pela altura do ponto C. No ponto B, o produto maior do que o seu nvel sustentvel de longo prazo; assim, dada a equao 4.

Este aumento reduz a oferta real de moeda e a LM desloca-se para a esquerda; ao final, o ponto de observao coincide com o ponto D. Finalmente, ento, a taxa de juros nominal sobe no montante total do aumento das expectativas inflacionrias. Porm, se o parmetro f for razoavelmente pequeno, isso ocorre com uma longa defasagem temporal.

No deve ser surpreendente, portante, que embora a inflao tenha se acelerado no comeo dos anos setenta, as taxas de juros nominais no subiram dramaticamente at o final da dcada. Agora consideramos uma poltica monetria contracionista, com a economia comeando no ponto D. Presume-se que esta poltica baixa as taxas de juros nominais, recessionando a economia o bastante para reduzir as expectativas inflacionrias; isso vai ocorrer neste modelo.

Mas at que seja reduzido, a IS 2 a curva relevante. O deslocamento para a esquerda da LM leva a taxas de juros nominais at mais altas no incio do perodo de ajustamento.

Um exemplo deste fenmeno ocorreu quando governos adotaram uma poltica monetria contracionista no comeo dos anos oitenta. Tanto a taxa de juros real como a nominal estiveram muito altas. Parece que este modelo rico o bastante para levar em conta flutuaes observadas simultaneamente no produto, inflao e taxas de juros real e nominal. Por isso, particularmente instrutivo considerar a condio de convergncia ou estabilidade do modelo. Muito do debate entre Keynes e os clssicos se refere ao estabelecimento das condies sob as quais a condio de convergncia ou no satisfeita.

Antes de considerar as propriedades de estabilidade automtica do modelo, precisamos formalmente endogeneizar e fornecer uma racionalidade para a equao 4. A hiptese de expectativas adaptativas frequentemente chamada de o "modelo de aprender com o erro", porque ela especifica que os agentes alteram sua previso como uma frao do erro de previso anterior.

No tempo discreto, esta hiptese pode ser escrita como.

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